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Aneurisma de Aorta

Doenças Arteriais

Doenças Venosas

Aneurisma significa uma dilatação permanente de uma artéria. Pode ocorrer em todas as artérias do corpo humano mas as mais frequentes são da aorta (principal artéria do corpo que começa no coração e termina na altura do umbigo), poplítea (artéria que fica atrás do joelho), ilíacas (artérias que se localizam na pelve) e cerebrais.

A grande importância dos aneurismas é que elas podem romper, muitas vezes resultando em quadros gravíssimos. Além do risco de rotura, podem trombosar (“entupir” a circulação) ou jogar pedaços de coágulos para a circulação distal.

O grande problema dos aneurismas é que, na maioria dos casos, eles são assintomáticos, ou seja, o indivíduo que o possui não sente nada.

Às vezes, a primeira manifestação clínica pode ser decorrente de alguma complicação do aneurisma. Mas, calma… Não é necessários sair correndo para fazer um check up completos das suas artérias. Primeiro, porque os aneurismas não são tão comuns assim. Apenas uma pequena parcela da população vai desenvolver algum durante sua vida. Além disso, nem todos os aneurismas rompem.

A indicação do tratamento deve ser feita pelo cirurgião vascular após avaliar cada paciente, levando-se em conta o tamanho do aneurisma, seu ritmo de crescimento e as condições de saúde de cada indivíduo. O tratamento pode ser através de cirurgia convencional (ou aberta) ou cirurgia endovascular.

O tratamento convencional do aneurisma de aorta é a substituição do segmento dilatado por um “tubo” sintético. A cirurgia é feita com anestesia geral e incisão no abdome ou no tórax.

A cirurgia de correção dos aneurismas de aorta já é feita há mais de 40 anos sendo um método consagrado pela sua eficácia e segurança comprovado ao longo dos anos. Quando executado por cirurgiões experientes, em ambiente apropriado após preparo adequado do paciente, apresenta pequenas taxas de complicações.

O tratamento endovascular consiste no implante de um tubo sintético moldado numa estrutura metálica (endoprótese) por dentro dos vasos sanguíneos permitindo, desta forma, a passagem do sangue por dentro do tubo, sem aumentar a pressão sobre a parte dilatada da artéria, evitando-se, assim, a sua ruptura. O procedimento pode ser feito com bloqueio epi ou intradural (anestesia peridural ou raquianestesia) combinado com sedação ou anestesia geral, dependendo de cada caso.

Toda a cirurgia pode ser feita através de pequenas incisões nas virilhas ou, em casos selecionados, através de punções. Suas vantagens são: menor agressão cirúrgica (não há abertura da barriga ou do tórax), menor perda sanguínea, tempo cirúrgico menor, menos dor pós-operatória e rápida recuperação.

O tempo de internação é de 2 dias e o retorno ao trabalho pode ser feito em 7 a 10 dias.

Cabe lembrar que nem todos os casos podem ou devem ser tratados por este método. Apesar das suas claras vantagens, existem casos em que a cirurgia convencional oferece resultados melhores sem comprometer a segurança.

Fato é que o tratamento endovascular dos aneurismas de aorta vem sendo empregado com maior frequência ao longo dos anos, tornando-se o método preferencial. Estatísticas estadunidenses mostram que na década de 90 apenas 20% das correções dos aneurismas de aorta eram feitas por técnica endovascular.

No início dos anos 2000, a proporção era de 50% para cada técnica. Atualmente, 80 a 90% dos pacientes são tratados por técnica endovascular.

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